3 são os fatores que influenciam o custo do seguro para o consumidor final: cep, modelo do carro e condutor principal.
O cep, ou o local onde o carro pernoita ou passa a maior parte do tempo, é um fator que pode aumentar o custo do seguro em 30% ou 40%. Locais com muita movimentação de carros e pessoas, como os grandes centros próximos a faculdades, bares e restaurantes, tem uma maior probabilidade de roubos e furtos, pois os carros ficam estacionados por longos períodos e acessíveis aos ladrões. Além de essa grande movimentação de veículos aumentar a incidência de acidentes.
O modelo do carro pode encarecer o custo do seguro em até 20%. Se for um modelo muito visado para roubo, como Gol Uno e Palio, se o modelo não for mais fabricado ou se o carro tiver mais de 10 anos de fabricação, o segurado paga mais caro por isso. De um ano para outro, mesmo com a aplicação do bônus na apólice, o custo do seguro pode aumentar ou diminuir, dependendo da sinistralidade ocorrida com aquele modelo de carro durante a vigência da apólice.
E finalmente o perfil do condutor principal. Os jovens entre 18 e 25 anos, por causa do pouco tempo de habilitação. Os meninos por causa de sua ousadia na direção. E os solteiros por sairem muito mais durante a noite e a madrugada. Outros casos que também podem causar aumento no custo do seguro são as pessoas separadas ou divorciadas, pois acabam voltando a ser solteiros para "aproveitar o tempo perdido".
Provavelmente, quando for fazer a sua cotação de seguro auto, não poderá alterar muita coisa das acima citadas, então aproveite para se proteger com coberturas contra terceiros de valor no mínimo razoável, incluir seguro para seus passageiros e cobertura para vidros, e uma boa assistência 24h. E aproveite para escolher um corretor de sua confiança. Assim realmente poderá ficar tranquilo em caso de necessidade.
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
Estamos na Web!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Fraude no DPVAT
Com uma arrecadação de R$ 5,5 bilhões por ano, o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores, o DPVAT, o chamado seguro obrigatório, atrai a cobiça de quadrilhas em todo o País há muito tempo. Nos últimos sete anos, as delegacias policiais receberam mais de três mil representações com denúncias de irregularidades, mesmo com as eternas promessas do governo de que vai coibir as fraudes.
As investigações mostram casos de simulações de morte, automutilação e um amplo leque de falsificações de laudos para receber o seguro. Uma das fraudes mais recentes ocorreu em Santa Catarina, onde a Polícia Civil identificou uma quadrilha que falsificava documentos dentro do IML de Blumenau. “O IML era uma verdadeira fábrica de laudos frios”, afirma o delegado Valdir César Padilha, que conduziu o inquérito. “Eles fraudaram mais de 100 laudos.”
Chefe do Núcleo de Perícias do IML de Blumenau, o médico Luiz Antonio Fonseca Nunes Ribeiro é um dos acusados. Ele contava com a ajuda do auxiliar de necropsia João Edézio Xavier para forjar os documentos. Na maioria dos laudos falsificados, as supostas vítimas que teriam sofrido acidente de trânsito não tinham sequer ferimentos, segundo o delegado, mas recebiam o seguro por sequelas permanentes.
O IML expediu laudos de corpo de delito até para pessoas que nunca estiveram no local. Ribeiro admite ter feito exames de corpo de delito sem a presença da vítima, mas nega as fraudes. “Nunca fiz laudo falso”, diz ele. “Acontece que quanto mais dificultarem o acesso ao seguro, mais as seguradoras economizam”, defende-se.
As investigações sobre os golpes espalham-se por outros Estados. Em Alagoas, o Tribunal de Justiça se reúne nos próximos dias para punir juízes, advogados e servidores envolvidos com mais de mil pagamentos irregulares de DPVAT, de até R$ 200 mil por pessoa. No Piauí, um grupo eliminou um agricultor que teve o nome utilizado como laranja para fraudar o DPVAT e a Previdência. “Estas quadrilhas furtam formulários de declaração de óbito para fraudar o seguro”, acusa o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal do Piauí, o promotor José Meton Filho. No caso do DPVAT, o seguro não morre de velho. Antes disso, cai nas mãos de bandidos.
Fonte: www.cqcs.com.br em 24/08/2010
As investigações mostram casos de simulações de morte, automutilação e um amplo leque de falsificações de laudos para receber o seguro. Uma das fraudes mais recentes ocorreu em Santa Catarina, onde a Polícia Civil identificou uma quadrilha que falsificava documentos dentro do IML de Blumenau. “O IML era uma verdadeira fábrica de laudos frios”, afirma o delegado Valdir César Padilha, que conduziu o inquérito. “Eles fraudaram mais de 100 laudos.”
Chefe do Núcleo de Perícias do IML de Blumenau, o médico Luiz Antonio Fonseca Nunes Ribeiro é um dos acusados. Ele contava com a ajuda do auxiliar de necropsia João Edézio Xavier para forjar os documentos. Na maioria dos laudos falsificados, as supostas vítimas que teriam sofrido acidente de trânsito não tinham sequer ferimentos, segundo o delegado, mas recebiam o seguro por sequelas permanentes.
O IML expediu laudos de corpo de delito até para pessoas que nunca estiveram no local. Ribeiro admite ter feito exames de corpo de delito sem a presença da vítima, mas nega as fraudes. “Nunca fiz laudo falso”, diz ele. “Acontece que quanto mais dificultarem o acesso ao seguro, mais as seguradoras economizam”, defende-se.
As investigações sobre os golpes espalham-se por outros Estados. Em Alagoas, o Tribunal de Justiça se reúne nos próximos dias para punir juízes, advogados e servidores envolvidos com mais de mil pagamentos irregulares de DPVAT, de até R$ 200 mil por pessoa. No Piauí, um grupo eliminou um agricultor que teve o nome utilizado como laranja para fraudar o DPVAT e a Previdência. “Estas quadrilhas furtam formulários de declaração de óbito para fraudar o seguro”, acusa o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal do Piauí, o promotor José Meton Filho. No caso do DPVAT, o seguro não morre de velho. Antes disso, cai nas mãos de bandidos.
Fonte: www.cqcs.com.br em 24/08/2010
Saiba evitar reajuste de convênio aos 60 anos
Os beneficiários de planos de saúde podem recorrer à Justiça para não ter que pagar reajuste por faixa etária após completar 60 anos. Nesta semana, foi publicada uma decisão da Justiça Federal de Minas Gerais que determina que a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) modifique suas regras.
Hoje, a agência permite que o reajuste por idade seja cobrado de beneficiários, com mais de 60 anos, que contrataram planos de saúde antes de 2004 --quando o Estatuto do Idoso passou a valer. Depois deste ano, o reajuste por idade para esses beneficiários foi proibido. Para a Justiça de Minas, no entanto, o Estatuto do Idoso deve prevalecer para contratos assinados em qualquer época. A ANS vai recorrer.
Fonte: www.cqcs.com.br em 24/08/2010
Hoje, a agência permite que o reajuste por idade seja cobrado de beneficiários, com mais de 60 anos, que contrataram planos de saúde antes de 2004 --quando o Estatuto do Idoso passou a valer. Depois deste ano, o reajuste por idade para esses beneficiários foi proibido. Para a Justiça de Minas, no entanto, o Estatuto do Idoso deve prevalecer para contratos assinados em qualquer época. A ANS vai recorrer.
Fonte: www.cqcs.com.br em 24/08/2010
Vantagens especiais no seguro de automóvel
Além dos serviços de assistência 24 horas, as seguradoras estão apostando em benefícios e parcerias para atrair e fidelizar clientes dos seguros de automóveis. As parcerias ganham destaque nos sites das empresas, que mantém os tradicionais serviços para os veículos mas inovam com benefícios em produtos de outros segmentos.
A SulAmérica oferece descontos àqueles que fizerem compras nos sites Americanas.com, Wallmart, Shoptime e Submarino, além de vantagens em serviços automotivos, compra de pneus e aluguel de carros. A Caixa Seguros inclui descontos em sites, hotel e assinatura da Folha de São Paulo entre as vantagens oferecidas através de suas parcerias. Os clientes do BB Seguro Auto têm, além de preços especiais em lojas virtuais, aluguel de carros e serviços automotivos, benefícios na assinatura de revistas da Editora Abril.
Algumas seguradoras estão associando as vantagens oferecidas aos clientes a questões de responsabilidade social. A Porto Seguro anuncia preços 5% mais baixos para quem não tem pontos na carteira de habilitação. Na Mapfre, se o veículo for aprovado na Inspeção Veicular Ambiental, o seguro fica R$113 mais barato nas novas apólices ou na renovação. No site www.descontoecomapfre.com.br, a seguradora disponibiliza informações sobre como participar da campanha.
Fonte: www.cqcs.com.br em 24/08/10
A SulAmérica oferece descontos àqueles que fizerem compras nos sites Americanas.com, Wallmart, Shoptime e Submarino, além de vantagens em serviços automotivos, compra de pneus e aluguel de carros. A Caixa Seguros inclui descontos em sites, hotel e assinatura da Folha de São Paulo entre as vantagens oferecidas através de suas parcerias. Os clientes do BB Seguro Auto têm, além de preços especiais em lojas virtuais, aluguel de carros e serviços automotivos, benefícios na assinatura de revistas da Editora Abril.
Algumas seguradoras estão associando as vantagens oferecidas aos clientes a questões de responsabilidade social. A Porto Seguro anuncia preços 5% mais baixos para quem não tem pontos na carteira de habilitação. Na Mapfre, se o veículo for aprovado na Inspeção Veicular Ambiental, o seguro fica R$113 mais barato nas novas apólices ou na renovação. No site www.descontoecomapfre.com.br, a seguradora disponibiliza informações sobre como participar da campanha.
Fonte: www.cqcs.com.br em 24/08/10
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Frota brasileira está mais jovem
A idade média dos veículos em circulação no país atingiu 8 anos e 10 meses, já é mais baixa que a da frota americana e chega perto da idade de países europeus como Alemanha e França, além da Coreia. Pela primeira vez, ficou abaixo da faixa dos nove anos mantida há dez anos.
Os brasileiros adquiriram mais carros novos e os modelos velhinhos, acima de 20 anos, estão indo para a sucata, como mostra a pesquisa do Sindipeças (Sindicato Nacional da Industria de Componentes para Veículos Automotores). Dos quase 30 milhões de veículos da frota atual, 28% têm até três anos de uso. Em 2000, eram 20%. Já a participação dos modelos com mais de 20 anos de fabricação caiu de 9% para 4,4%.
A notícia traz muitos benefícios para o país, já que uma frota nova emite menos poluentes no ar, gera menos manutenção e utilização de serviços terceirizados, e pode também, futuramente, melhorar o custo do seguro, já que os gastos da seguradora também poderão diminuir. É só aguardar para conferir!
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
Os brasileiros adquiriram mais carros novos e os modelos velhinhos, acima de 20 anos, estão indo para a sucata, como mostra a pesquisa do Sindipeças (Sindicato Nacional da Industria de Componentes para Veículos Automotores). Dos quase 30 milhões de veículos da frota atual, 28% têm até três anos de uso. Em 2000, eram 20%. Já a participação dos modelos com mais de 20 anos de fabricação caiu de 9% para 4,4%.
A notícia traz muitos benefícios para o país, já que uma frota nova emite menos poluentes no ar, gera menos manutenção e utilização de serviços terceirizados, e pode também, futuramente, melhorar o custo do seguro, já que os gastos da seguradora também poderão diminuir. É só aguardar para conferir!
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Uso de cadeirinhas infantis em veículos
A partir de 1º de Setembro, o uso de cadeirinhas infantis em veículos será obrigatória para crianças até 7 anos e meio de idade. A infração, considerada gravíssima, gera multa de R$ 191,54. A obrigatoriedade do uso das cadeirinhas é uma determinação da Resolução nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que previa o inicio da fiscalização para 9 de junho deste ano. Entretanto, devido à grande procura dos equipamentos no mercado nacional e a decorrente escassez de produtos nas lojas, a fiscalização do uso das cadeirinhas foi adiada para o dia 1º de setembro.
Confira o tipo ideal de cadeirinha para cada idade:
- Cadeira tipo bebê conforto: do nascimento até um ano de idade, a criança deve ser transportada em acessórios que fixam o pescoço do bebê, mantendo o equilíbrio da criança. Deve ser instalado no sentido inverso da posição normal do banco do veículo, ou seja, a criança deve estar olhando para o encosto do banco traseiro, o que evita trancos em caso de freadas e colisões.
- Cadeirinha: crianças de um ano até quatro anos de idade devem usar cadeira de segurança voltada para frente, na posição vertical, no banco de trás. E atenção: as tiras da cadeira devem ser ajustadas para que fiquem confortáveis e ajustadas ao corpo da criança com uma folga de, no máximo, um dedo!
- Assento de elevação: as crianças com idade superior a quatro anos devem utilizar um assento de elevação preso no banco traseiro, também chamado de buster. O assento elevado vai permitir que ela tenha altura para poder usar o cinto de segurança de três pontos do próprio veículo.
Além de adquirir o produto correto, de acordo com as indicações do fabricante, é essencial observar se o equipamento possui o selo do Inmetro. A instalação correta também é essencial. Esse serviço geralmente é oferecido nas lojas onde os itens são adquiridos e os pais também podem buscar orientações no manual do produto.
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
Fonte: www.cqcs.com.br 16/08/10
Confira o tipo ideal de cadeirinha para cada idade:
- Cadeira tipo bebê conforto: do nascimento até um ano de idade, a criança deve ser transportada em acessórios que fixam o pescoço do bebê, mantendo o equilíbrio da criança. Deve ser instalado no sentido inverso da posição normal do banco do veículo, ou seja, a criança deve estar olhando para o encosto do banco traseiro, o que evita trancos em caso de freadas e colisões.
- Cadeirinha: crianças de um ano até quatro anos de idade devem usar cadeira de segurança voltada para frente, na posição vertical, no banco de trás. E atenção: as tiras da cadeira devem ser ajustadas para que fiquem confortáveis e ajustadas ao corpo da criança com uma folga de, no máximo, um dedo!
- Assento de elevação: as crianças com idade superior a quatro anos devem utilizar um assento de elevação preso no banco traseiro, também chamado de buster. O assento elevado vai permitir que ela tenha altura para poder usar o cinto de segurança de três pontos do próprio veículo.
Além de adquirir o produto correto, de acordo com as indicações do fabricante, é essencial observar se o equipamento possui o selo do Inmetro. A instalação correta também é essencial. Esse serviço geralmente é oferecido nas lojas onde os itens são adquiridos e os pais também podem buscar orientações no manual do produto.
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
Fonte: www.cqcs.com.br 16/08/10
Seguro Naval
Com o Brasil construindo navios em território nacional, aparece mais uma oportunidade de grandes seguradoras mostrarem sua força e expertise. A Liberty Seguros tem crescido muito neste ramo, e em um ano de atuação no país neste segmento especializado, conseguiu grandes contas de grandes empresas do setor, envolvendo tanto a construção quanto o transporte de cargas para grandes obras.
No último fim de semana a Liberty ministrou uma palestra com o objetivo de mostrar como uma empresa especializada e com profunda experiência no segmento naval determina o valor do prêmio e quais são os critérios considerados que podem agravar ou minimizar um risco.
Com o pré-sal e grandes obras que envolvem o transporte de cargas e máquinas, o mercado de seguros e resseguros é um dos mais promissores para os próximos anos. A expectativa para os próximos 15 anos é que o setor de exploração de petróleo contribua para a construção de novas refinarias, petroleiros e navios especializados como PSVs, movimentando o mercado de sondas, de construção civil e de siderurgia, além de demandar mão-de-obra qualificada.
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
Fonte: www.cqcs.com.br 16/08/10
No último fim de semana a Liberty ministrou uma palestra com o objetivo de mostrar como uma empresa especializada e com profunda experiência no segmento naval determina o valor do prêmio e quais são os critérios considerados que podem agravar ou minimizar um risco.
Com o pré-sal e grandes obras que envolvem o transporte de cargas e máquinas, o mercado de seguros e resseguros é um dos mais promissores para os próximos anos. A expectativa para os próximos 15 anos é que o setor de exploração de petróleo contribua para a construção de novas refinarias, petroleiros e navios especializados como PSVs, movimentando o mercado de sondas, de construção civil e de siderurgia, além de demandar mão-de-obra qualificada.
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
Fonte: www.cqcs.com.br 16/08/10
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Cinto de segurança
Uma pesquisa da Companhia de Engenharia de Tráfego revelou que apenas 11% dos adultos usam o cinto de segurança quando estão sentados no banco de trás do carro. Entre as crianças, o índice é um pouco maior: 25%.
O valor, entretanto, ainda é pequeno. O uso do cinto de segurança no banco traseiro é previsto em lei e pode salvar vidas. Testes de colisão feitos pela indústria automobilística mostram o impacto da batida sobre o corpo humano e sua trajetória em direção ao banco da frente, o que pode ocasionar a morte de ambos os ocupantes do veículo.
Além de causar riscos para sua própria saúde e vida, quem não usa o cinto pode prejudicar as pessoas que estão sentadas a sua volta. Imagens de uma propaganda que incentiva o uso do cinto de segurança mostram um acidente no qual apenas uma mulher usa o cinto no banco de trás. O homem ao lado dela está sem o cinto. Com a batida, ele atinge a moça, aumentando a gravidade dos ferimentos dela.
Usar o cinto de segurança é uma questão de respeito pela sua vida e pela vida das pessoas ao seu redor.
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
O valor, entretanto, ainda é pequeno. O uso do cinto de segurança no banco traseiro é previsto em lei e pode salvar vidas. Testes de colisão feitos pela indústria automobilística mostram o impacto da batida sobre o corpo humano e sua trajetória em direção ao banco da frente, o que pode ocasionar a morte de ambos os ocupantes do veículo.
Além de causar riscos para sua própria saúde e vida, quem não usa o cinto pode prejudicar as pessoas que estão sentadas a sua volta. Imagens de uma propaganda que incentiva o uso do cinto de segurança mostram um acidente no qual apenas uma mulher usa o cinto no banco de trás. O homem ao lado dela está sem o cinto. Com a batida, ele atinge a moça, aumentando a gravidade dos ferimentos dela.
Usar o cinto de segurança é uma questão de respeito pela sua vida e pela vida das pessoas ao seu redor.
Grande abraço,
Equipe Aano Seguros
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