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A parceria ideal na proteção de seu patrimônio!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Fraudes em seguros


A CNSeg divulgou recentemente importante pesquisa sobre fraudes no mercado de seguros do Brasil. Tal pesquisa mostrou, em síntese, que os sinistros com suspeita de fraude representaram, em 2010, 9,1% do valor total de sinistros no universo pesquisado, sendo 8% abaixo do percentual médio observado em 2004-2008. Já as fraudes detectadas e as comprovadas foram, respectivamente, de 1,8% e 1,4% do valor dos sinistros em 2010, sendo 2% acima e 2% abaixo dos percentuais médios correspondentes em 2004-2008.

Além disso, a entidade apurou também significativa queda do índice geral de propensão à fraude contra seguros no Brasil, que caiu de 41% em 2004 para 24% em 2010. De acordo com o levantamento, o percentual dos que não fraudariam o seguro de forma alguma subiu de 55% para 73% e o percentual dos que consideravam fácil fraudar o seguro caiu de 37% para 25% no período pesquisado.

Ótimas notícias! A fraude aumenta a taxa de sinistralidade das seguradoras levando a duas consequências: o acréscimo de prêmios como forma de reequilibrar os novos contratos de seguros e/ou o aumento de custos, pela necessidade de reforço dos mecanismos de regulação de sinistros. O preço do seguro subindo, a quantidade de seguros demandada pelos consumidores é reduzida comparativamente à situação anterior (sem fraude ou com fraude menor) e o lucro agregado das seguradoras, idem. A fraude, em suma, prejudica o desenvolvimento do mercado.

A tendência à fraude sofre o efeito de fatores de curto, médio e longo prazos. Entre os fatores de longo prazo, são importantes os fatores históricos e culturais do país em questão, a qualidade do seu sistema jurídico (a confiança dos cidadãos no sistema legal como instrumento eficiente e justo para mediar conflitos e respeitar contratos) e a estrutura demográfica do país. Entre os fatores de médio prazo, estão os sistemas de controle dos órgãos reguladores e das seguradoras bem como o nível educacional da nação. Finalmente, entre os fatores de curto prazo, estão os econômicos e financeiros que, como se sabe, podem sofrer oscilações agudas no espaço até de um ano.

Temos, atualmente, fatores positivos econômicos e sociais de sobra para justificar a queda na propensão a fraudar do brasileiro, aferida pela pesquisa encomendada pela CNSeg ao Ibope. No campo econômico, desde 2004, a taxa de crescimento do PIB real mudou de patamar, de modo que a média de 2004-2010 foi de 4,4% contra 1,9% do período 1997-2003. A taxa de desemprego caiu de 12% da PEA em 2002 para 7% em 2011. A distribuição da renda tem notoriamente melhorado desde o fim da hiperinflação em 1994. Mais importante: esses desenvolvimentos positivos tendem a permanecer no futuro próximo. No campo social, embora operando em longo prazo, a evolução demográfica do país é favorável à redução dos percentuais de fraude. Espera-se que a idade mediana do Brasil aumente para 35 anos em 2030 ante os atuais 28 anos.

Há, entretanto, um fator de alerta na área financeira e este se trata do crescente endividamento das famílias. Desde 2000, o saldo dos empréstimos bancários estendidos as pessoas físicas aumentou 6 vezes, já descontada a inflação, atingindo atualmente cerca de R$ 600 bilhões. Pesquisa recente do IPEA, referente a julho de 2011, aferiu que, das famílias brasileiras com contas em atraso, apenas 16% afirmaram que terão condições de quitá-las totalmente, 48% poderão quitá-las parcialmente e 35% não terão condições de pagá-las. Como visto acima, o alto endividamento é um fator relevante na explicação econômica da fraude.

Em suma, a significativa redução da propensão a fraude em seguros, apurada pela CNSeg, encontra-se dentro do esperado, dados os fatores econômicos e sociais mencionados acima. Porém, um dado chama a atenção: o baixo percentual de fraudes detectadas e comprovadas no Brasil relativamente aos sinistros retidos. De fato, pesquisa da ABI apurou no período 2004-2008 percentuais médios de 3% e 3,1% para essas variáveis na Inglaterra, respectivamente, portanto, 75% e 120% acima dos percentuais do Brasil em idêntico período. É possível que, nessa modalidade de crime, a Inglaterra supere o Brasil, mas haveria que investigar as hipóteses alternativas, a saber, de que a detecção de fraudes por parte das seguradoras nacionais seja menos eficiente que as inglesas. Ou que o sistema legal nativo é de tal modo incompreensivo que somente são formalmente detectadas as fraudes mais grosseiras e cuja negativa de indenização seja mais difícil de reverter na Justiça.



Fonte: www.tudosobreseguros.com.br 23/09/11

 Grande abraço!
Equipe Aano Seguros

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Como pedir um aumento?


Este é um momento delicado para todos, tanto para o funcionário quanto para a empresa. Para o funcionário, é necessário analisar se o momento é realmente o ideal. A economia brasileira está em alta? As prospecções de crescimento para a empresa também vão de vento em popa? Seus resultados estão acima do esperado e tem recebido elogios não só da sua equipe, mas de pessoas de outros departamentos? Então, pode ser que essa seja a hora! 

Mas e daí, como fazer? O que dizer? Quando? Bom, isso faz parte da próxima etapa: escolher o momento certo, pois pedir uma revisão salarial significa que está fazendo uma crítica à gestão da chefia, e isso pode não ser bem recebido. Por isso é bom se preparar! 

1) Seja autocrítico. Tenha certeza que é merecedor deste aumento. Só peça se você realmente atuou além do esperado, pois o salário é consequência de um trabalho muito bem realizado. Se possível leve números para exemplificar o seu pedido, do tipo: “com meu trabalho em determinado projeto, a empresa obteve um aumento de tantos % acima do planejado, o que culminou para um crescimento de tantos % no último semestre”

2) Apesar da empresa e do país estarem em um ótimo momento econômico, tenha sempre em mente o seu grau de poder na negociação e mantenha o equilíbrio. Tenha senso de hierarquia e não peça um aumento muito além da sua posição. Pesquise, esteja preparado para negociar. Documente suas realizações e defina, com precisão, seus objetivos. Mas sempre é bom ter um plano B, não focando apenas o aumento salarial. Se mostre interessado em crescimento através de uma MBA, um treinamento ou uma visita a matriz. Crie uma lista de desejos.

3) A escolha do dia D é importante, pois o bom humor do chefe conta muito. Ao entrar na sala para a reunião, tome uma postura de condutor da conversa. Estrutura a expectativa da chefia a fim de criar um espaço para negociação. Inicie a conversa explicando quais as suas expectativas em relação a empresa e como isso se insere no contexto do mercado. Depois faça uma avaliação do seu desempenho, o que tem aprendido e como pretende crescer. Por fim, mostre a proposta de forma objetiva. Caso ela não for aceita, não perca a postura, não use argumentos pessoais (a empresa não é instituição de caridade). Aproveite para colocar o seu plano B em prática. Mostre a sua lista de desejos e negocie novamente.

4) Mesmo assim seu pedido foi negado? Não perca as esperanças, marque uma nova reunião para esta análise. Se neste interim outras pessoas estão sendo bem sucedidas em promoções ou aumentos enquanto seu chefe se nega a considerar o seu, talvez esse seja o momento de pensar em buscar uma nova oportunidade no mercado. E se esta realmente for a sua decisão, novamente, avalie os prós e contras e vá conversar! 

Boa sorte e bons negócios!

Grande abraço!
Equipe Aano Seguros

Fonte: www.exame.com  22/09/11

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Seguro residencial

Este tipo seguro é destinado a residências individuais, tais como casas e/ou apartamentos, utilizados como moradia habitual ou de veraneio.

Todo seguro residencial possui uma garantia básica (cobertura), a qual cobre os prejuízos provocados por incêndio, queda de raio e explosão.
A partir da garantia básica, existem outras adicionais que também podem ser contratadas, visando complementar o seguro e proteger o imóvel contra outros riscos. Dentre estas, temos: roubo, desmoronamento, impacto de veículos, queda de aeronaves, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos, etc.

Além dessas garantias (coberturas) adicionais, também há uma enorme variedade de serviços que podem ser concedidos ou contratados, dependendo da seguradora.

Você pode contratar, também, ressarcimento de prejuízos causados a outras pessoas involuntariamente, por você e por quem morar ou trabalhar na sua casa. Isso inclui danos que animais de estimação podem provocar, como aquele cãozinho que você acha maravilhoso, mas que tem a ideia fixa de um dia pegar o carteiro.
A propriedade segurada está sujeita a diversos riscos e, para cada um, existe uma cobertura (garantia) específica, como por exemplo a garantia de pagamento do aluguel, para o proprietário ou para o inquilino, no caso de incêndio.

As opções oferecidas pelas seguradoras são muitas. Entre elas, a associação do seguro residencial ao de vida e ao de acidentes pessoais. Este último destina-se a prevenir acidentes domésticos sofridos por quem estiver na sua casa.

Embora seja um seguro de baixo custo, o preço deixou de ser o único fator de competição entre as empresas. Para atrair o consumidor, as seguradoras se esmeram na oferta para a contratação de serviços complementares, e com qualidade, como limpeza da caixa d’água, conserto do telhado, faxineira, bombeiro, etc.

Você vai encontrar também atrativos gratuitos, como a participação em sorteios mensais de prêmios de R$ 5 mil a R$ 100 mil, sob a forma de títulos de capitalização ou compra de um imóvel.
Cada seguradora oferece planos com características diferenciadas, que vão da variedade de coberturas até a exclusão de riscos.

Saiba também que o seguro do seu condomínio não cobre especificamente o seu apartamento ou casa nem os bens que estão dentro. Cada condômino que quiser proteger o seu patrimônio individual precisa fazer um seguro próprio.
Prejuízos causados pela maioria das catástrofes têm cobertura do seguro residencial, mas existem exceções. Nesse caso, os danos mais significativos que precisam ter apólices separadas referem-se a inundações, terremotos e maremotos. Também não existe garantia de indenização para prejuízos decorrentes de má conservação do imóvel.

Fonte: www.tudosobreseguros.com.br  09/08/11
 
Grande abraço
Equipe Aano Seguros

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Seguro Educacional


Em muito colégios o segundo semestre é tempo de rematrícula, para garantir a vaga do seu filho para o próximo ano. Tanto no início da vida escolar como em caso de transferência de escola, qualidade de ensino, instalações adequadas, localização, professores e outros quesitos importantes são critérios de decisão na escolha. Um dos diferenciais que podem auxiliar na hora de escolher é justamente a disponibilidade de seguro educacional. Procure saber se o colégio em que seu filho estuda oferece este seguro agregado aos benefícios. Pergunte na secretaria e, caso eles não tenham, comente com a direção, pois é uma segurança tanto para o colégio quanto para os alunos. Saiba um pouco mais como funciona.

Este seguro pode ser contratado tanto pela escola (apólice coletiva) quanto pelos pais, e pode cobrir os gastos educacionais dos filhos, do maternal à conclusão do curso superior (mensalidades e material escolar), em casos de desemprego, invalidez ou morte do responsável pelo aluno, dependendo das coberturas contratadas.

A oferta mais comum é de apólice coletiva. Nesta modalidade, é preciso que a instituição de ensino tenha contratado cobertura para todos os alunos matriculados, o significa que a adesão dos alunos é feita automaticamente, ou firmado um convênio com a seguradora possibilitando a adesão individual dos interessados. As seguradoras, geralmente, só aceitam o contrato coletivo por adesão mediante participação de, pelo menos, 50% da totalidade dos alunos matriculados, o que normalmente faz as escolas optarem pela inclusão automática, absorvendo o custo do seguro.

O contrato coletivo é vantajoso em termos de preço, porque quanto maior o número de pessoas mais a seguradora pode reduzir o custo. Nessas condições, o valor do seguro costuma variar entre 1% e 3% da mensalidade escolar. A maior parte da contratação do seguro educacional é feita para um ciclo de estudo, com renovação da apólice a cada ano. Mas nada impede, individualmente, que a duração do contrato seja apenas de um ano, com impacto também no custo.

O seguro educacional tem ainda diversas coberturas opcionais, com ligeiro acréscimo no custo. Entre elas estão transporte do aluno para o colégio, quando estiver com dificuldades de se locomover por problemas de saúde; assistência médica 24h durante o período letivo e aulas particulares em casa, se o estudante não puder ir à escola por um período mínimo de cinco dias, devido a acidente ou cirurgia.

A leitura atenta do contrato é importante, principalmente, para saber quais as situações em que a indenização não será paga. Pagamento de cursos extraordinários e aulas de reposição, no caso de o aluno ficar em recuperação em alguma matéria são alguns exemplos. A indenização do seguro também não é paga quando ocorre aposentadoria por invalidez do responsável pelo aluno, concedida pelo INSS. No caso de o seguro ter sido acionado, e se o aluno for reprovado, as mensalidades só voltarão a ser pagas pelo seguro quando o estudante for aprovado para o ano seguinte, mediante declaração da escola. Para evitar problemas, a recomendação é que, na apresentação da proposta e na assinatura do contrato, o segurado peça ao seu corretor de seguros esclarecimentos sobre todos os detalhes do contrato.

O seguro educacional é, portanto, o instrumento mais adequado para garantir tranquilidade financeira às escolas e aos pais e, consequentemente, continuidade do padrão de educação dos alunos.


Fonte: www.tudosobreseguros.com.br  10/08/2011

Grande abraço!
Equipe Aano Seguros 

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Ganhador da bicicleta no sorteio da Festa Julina

No último dia 09, a Aano Seguros participou da festa julina realizada no clube da Rigesa, em Valinhos, com sua barraca e muitos prêmios. Entre os prêmios, foi sorteada uma bicicleta, oferecida pela Liberty Seguros, para as pessoas que devolvessem o cupom devidamente preenchido. O sorteio foi realizado dia 11, no escritório da Aano Seguros. A ganhadora, Silvana Michelini, é funcionária da Rigesa Valinhos e já retirou seu prêmio! Veja o vídeo do sorteio. Parabéns Silvana!!

Grande abraço!
Equipe Aano Seguros

quarta-feira, 6 de julho de 2011

AANO na Festa Julina!

Os moradores de Valinhos e Região que forem a festa julina proporcionada pelo clube da ADC Rigesa, poderão nos encontrar lá! É que a AANO Seguros terá sua barraca na festa, fazendo sorteios, brincadeiras e distribuindo prêmios! Veja só o nosso comunicado em anexo. Participe!!


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Vantagens das oficinas referenciadas pelas seguradoras

Se você já teve um acidente com seu veículo e precisou levar o carro para conserto através do seu seguro auto, já deve ter ouvido a seguradora indicar as oficinas com as quais mantém parceria, as chamadas "oficinas referenciadas." Algumas pessoas podem achar estranho ou se sentir lesadas no direito de escolha, mas aqui vai o motivo pelo qual esse tipo de parceria existe e é boa para o segurado!

As seguradoras procuram concentrar as redes de oficinas em determinados raios de ação, visando reduzir os custos de deslocamento de perícias e vistorias. Para o segurado, isso signigica menores preços, mais agilidade e melhores condições de atendimento. Se a seguradora está tendo menor custo para reparo dos veículos sinistrados, significa que conseguem um controle melhor das suas despesas, e isso se reflete no custo do seguro. Ao indicar uma oficina, o mercado de seguros assume a responsabilidade pela qualidade dos serviços, muito embora seja respeitada a vontade do segurado caso queira escolher uma oficina de sua preferência.Mas muitas pessoas não em um mecânico ou funileiro de confiança. E, mesmo que tenha, vai precisar submeter o orçamento para aprocação da seguradora. Ou seja, o processo é o mesmo, usando ou não a oficina referenciada. Entretando, como as seguradoras prezam pela qualidade das redes de atendimento, é até melhor para o consumidor contar com o serviço referenciado, o que, muitas vezes, vêm com outras vantagens adicionais como desconto na franquia e utilização de carro reserva por conta da seguradora.

Grande abraço,
Equipe Aano Seguros

Fonte: www.cqcs.com.br  04/06/11

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Como surgiu o seguro

A história do seguro remonta a séculos antes de Cristo, quando as caravanas atravessavam os desertos do Oriente para comercializar camelos. Como alguns animais sempre morriam no caminho, os cameleiros firmaram um acordo no qual pagariam para substituir o camelo de quem o perdesse.


No ramo da navegação também foi adotado o princípio de seguro entre os fenícios, cujos barcos navegavam através dos mares Egeu e Mediterrâneo. A preocupação com transporte marítimo tinha como causa interesses econômicos. A ideia de garantir o funcionamento da economia por meio do seguro prevalece até hoje. A forma do seguro é que mudou, e se aperfeiçoa cada vez mais.

O primeiro contrato de seguro nos moldes atuais foi firmado em 1347, em Gênova, com a emissão da 1ª apólice. Era um contrato de seguro de transporte marítimo. Daí pra frente o seguro foi mais impulsionado pelas grandes navegações do século XVI, pela Revolução Industrial e pelo desenvolvimento da teoria das probabilidades associada a estatística.

Grande abraço!
Equipe Aano Seguros
 
Fonte: www.tudosobreseguros.com.br  03/06/11

O que o seu trabalho está fazendo com a sua saúde?

Você já demorou a encontrar um relatório ou documento solicitado pelo seu chefe a ponto de deixá-lo impaciente? Já procurou desesperadamente por um arquivo importante no computador por não lembrar o nome do mesmo? Já ficou irritado por não conseguir lidar com a quantidade de papel que chega diariamente a sua mesa?

Pois é, esses são alguns sintomas da desorganização.

Há pessoas que são organizadas por natureza, mais é uma inverdade que o desorganizado não pode aprender a organizar-se. Quando se fala em organização, devemos lembrar que não existem receitas infalíveis, mas sim, o desenvolvimento de um método adequado a cada um. A organização é um conjunto de hábitos e métodos que podem melhorar muito o desempenho profissional.

 O sucesso de um sistema de organização pessoal não deve se limitar a regras do tipo “receita pronta”, pois as pessoas são diferentes, possuem fatores comportamentais que facilitam ou prejudicam a obtenção de um método. Um método eficaz para organização pessoal deve estimular as pessoas a partirem de si mesmas, ao invés de seguirem um sistema padronizado. Há pessoas que lidam muito bem com a padronização e outras definitivamente não se dão bem com elas. Selecionamos algumas dicas muito simples e práticas para você acabar com a desorganização e gerar mais produtividade no seu dia-a-dia. Isto é, se for o seu caso.

 Começando agora – arrumando a mesa e as gavetas

Algumas pessoas tem medo de descartar coisas que possam fazer falta no futuro, enchendo a mesa e as gavetas de inutilidades. Se você não faz uma arrumação há muito tempo, separe os seus documentos em três pilhas:

Ação imediata: documentos que precisam ser solucionados hoje
Ação posterior: papeis que devem ser resolvidos em uma semana
Nenhuma ação: arquivo ou lixo

Faça uma revisão periódica de seus documentos, sempre considerando o fator tempo. Deixar passar uma ação imediata pode trazer sérios prejuízos pessoais e organizacionais.

Organizando o local de trabalho: Administrar de forma eficiente o local de trabalho não significa necessariamente torná-lo livre da papelada, mas de fato, torná-lo prático e funcional. Livros, revistas e arquivos ficam mais bem acomodados em estantes. Se for possível, elimine da mesa tudo que não está utilizando.

Arquivo e estantes: Adote um critério para catalogar arquivos e livros, ordenando por assunto ou alfabética. Isso vai ajudar bastante na hora que precisar fazer uma pesquisa.

Anotações: Evite anotações em pequenos papéis, reduzindo as chances de extravio. Se sua agenda não possui um espaço para “registros diários”, mantenha um bloco com espiral ou caderno para suas anotações cotidianas como telefones, recados, idéias, etc.

Fluxo de Papéis: Se você não tem secretária, anote sempre a data de recebimento de um documento. Mantenha uma “pilha” de entrada, outra para casos em andamento, outra para arquivo e uma de saída. Selecione os papéis em andamento e esvazie as caixas pelo menos uma vez por semana.

Correspondência: Determine um horário diariamente para verificar a correspondência, e pergunte-se “qual a providencia a ser tomada”. Se não há nenhuma, jogue no lixo. Evite o duplo manuseio.

Gerencie suas Tarefas: Faça uma lista das tarefas, dividindo-as em urgentes e importantes. Estabeleça qual a prioridade de cada uma e determine uma data de conclusão. Se você trabalha com computador, o Outlook é uma excelente ferramenta, caso contrário uma folha de papel ajuda bastante. O importante é deixar suas tarefas sempre a vista. Após iniciar uma tarefa, por mais desagradável que seja, vá até o fim e lembre-se de marcar as tarefas já concluídas.

Lixo: Não tenha dó de jogar inutilidades fora. É menos estressante manter a mesa limpa e a lixeira cheia.

Planejando o seu dia: Dedique pelo menos quinze minutos no final da tarde ou no inicio da manhã para planejar e organizar o novo dia de trabalho. É mais simples adotar uma disciplina diária do que perder horas arrumando uma bagunça acumulada.

Agendando suas atividades: A agenda é um instrumento fundamental para planejar e gerenciar suas atividades diárias. Ela pode ser eletrônica (computador, palm, etc.) ou papel. Escolha a que for mais confortável e adequada ao seu estilo pessoal. Mas cuidado para não ser excessivamente rígido com sua agenda, “sobrecarregando” seu dia. Deixe brechas para interrupções inesperadas, um café com o chefe ou conversas informais com colegas. Assim, quando elas ocorrerem, não serão consideradas interrupções.

Não se afobe com a bagunça: Manter a calma é fundamental. Afobar-se com a bagunça só gera ansiedade e mais estresse.

Grande Abraço!
Equipe Aano Seguros

Fonte: www.guiarh.com.br 20/04/11

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Seguro de eventos

Aqui no Brasil pode parecer novidade, mas no exterior isso já é praticado com naturalidade, inclusive em festas de rua. O casamento entre o príncipe William e Kate teve mais de 5mil festas de rua, algumas reunindo multidões, outras poucos vizinhos em uma garagem. Nesse caso, as exigências para realização das festas varia de prefeitura para prefeitura mas, em geral, os governos municipais custeiam o fechamento das ruas e de segurança, e o seguro de responsabilidade civil está sempre presente, geralmente contratado pelos organizadores.


Se você quer aproveitar o clima junino para realizar uma festa entre os familiares, vizinhos ou amigos, mas tem medo de que algo errado aconteça, não se preocupe, existe um produto específico para eventos comercializado aqui no Brasil pela Porto Seguro: o Porto Seguro Eventos. Pronto, já pode começar a se animar!

Este seguro é voltado para pessoas físicas ou jurídicas que atuam na prestação de serviços em eventos, ou seja, na organização, promoção ou exposição, além de poder ser contratado também pelos clientes finais (nós!). O evento pode ser social, esportivo, técnico, promocional, religioso, corporativo, particular ou de entretenimento ao público em geral. Pode ser realizado em espaço aberto, semiaberto e fechado. Pode ter duração de um ou mais dias. Garante ao segurado desde a instalação e montagem da estrutura até a indenização por prejuízos causados pelo não comparecimento do artista. Tudo depende das coberturas que você quiser contratar.

A cobertura básica é a de responsabilidade civil do organizador e/ou expositor. Podem ser contratadas coberturas acessórias de instalação, montagem e desmontagem; responsabilidade civil (R.C.) no fornecimento de bebidas e comestíveis; R.C. danos morais; R.C. guarda de veículos de terceiros; R.C. pessoas designadas (apresentador, artista, etc...).

Os riscos da realização de um evento podem ser diversos, entre eles: danos ao conteúdo do local de risco; não utilização do local contratado; não comparecimento do artista ou pessoa designada; equipamentos eletrônicos, musicais e cinematográficos; equipamentos em exposição... Tudo para que sua festa, particular ou não, não transformem os imprevistos em prejuízos!

Ficou interessado e já pensou em separar aquela sua roupa de festa junina, não foi? Contate-nos para maiores informações, ou você também pode acessar o site da Porto Seguro e saber mais a respeito!

Grande abraço!
Equipe Aano Seguros

Mas, qual o papel do corretor de seguros?

A sociedade brasileira conta hoje, com os serviços prestados por um exército formado por pouco mais de 67 mil corretores de seguros - sendo 44 mil pessoas físicas e 23 mil jurídicas - plenamente capacitados para oferecer um atendimento do mais alto nível. É uma das categorias com maior grau de capilaridade no Brasil, pois está presente em todo o país, incluindo aquelas regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos.


Independentemente do fato de, por lei, o corretor ser o representante do segurado junto à seguradora, já está consolidada no país a cultura de que seguro sem o corretor não é um bom negócio. Afinal, ao corretor cabe atuar como um consultor que, conhecendo as necessidades do cliente, pode sugerir as melhores opções em termos de produtos, coberturas e valores.

E mais: por ser um profissional totalmente independente e autônomo, o corretor se difere do agente, que é um vendedor de seguros vinculado a uma seguradora. A sua vinculação é com o segurado, a quem cabe pagar a comissão de corretagem.

O corretor está presente ou à disposição do cliente desde a indicação do melhor seguro até a liquidação final da indenização, no caso de sinistro. Na prática, trabalha ou está a postos para trabalhar 24 horas por dia, incluindo finais de semana e feriados.

Ele está muito mais preparado do que outros canais ainda utilizados na venda de seguros, pois estudou e foi preparado para isso. Conhece detalhadamente os produtos e serviços que comercializa e, por esse motivo, pode oferecer melhor atendimento ao segurado. Assim, o cliente assessorado por um corretor no momento de contratar uma proteção para o seu patrimônio, saúde ou vida, tem maiores chances concretas de comprar o melhor e mais adequado produto.

E neste ponto está a grande diferença entre o corretor de seguros e os corretores de outras atividades. Pois, ele reúne características únicas e mais amplas. É mais do que um vendedor. É também um gerente, um consultor e um especialista nos produtos com os quais trabalha.

Ao contrário do que normalmente ocorre na corretagem financeira ou da intermediação imobiliária, que se extinguem no momento em que a venda se concretiza, o serviço prestado pelo corretor de seguros vai além, prossegue por todo o tempo da vigência da apólice. E quanto mais o tempo passa, maior a importância do serviço disponibilizado pelo corretor de seguros, especialmente se ocorrer um sinistro.

É um trabalho que se reveste também de um alto cunho social. Pois é preciso buscar sempre as coberturas que melhor se encaixem dentro das necessidades do cliente. Oferecer o máximo de proteção pelo preço mais justo.

O universo de cidadãos e empresas cobertos pelo seguro forma uma sociedade melhor, mais protegida e tranquila quanto ao que o futuro pode reservar.

Grande abraço!
Equipe Aano Seguros

Como saber se o corretor que você escolheu é confiável?

Sempre consulte a situação do corretor no órgão fiscalizador competente (Sincor, Susep). Ele tem de ser cadastrado e apresentar documentação atualizada.


Procure saber se existem denúncias contra o corretor ou a empresa nos órgãos de defesa do consumidor.

Na Delegacia do Consumidor (Decon) da Polícia Civil, procure saber se existem queixas contra o corretor de imóveis ou de seguros.

É importante consultar a situação do corretor na empresa que presta o serviço, para saber se existem reclamações ou se ele foi descredenciado pelo estabelecimento.

Desconfie quando ele tiver o hábito de buscar o dinheiro na casa ou no trabalho do cliente. Aproximação e intimidade são técnicas usadas para dar o golpe.

Acompanhe na empresa todos os depósitos feitos pelo corretor. Os golpistas fazem apenas os primeiros repasses, para ganhar a confiança da vítima.

Cuidado com promessas como taxas de seguro mais baratas ou parcelas de imóveis abaixo do preço de mercado.

Conheça a agência do corretor. Fique atento à infraestrutura do local. Desconfie de empresas com apenas um ou dois funcionários e sem computadores.

Peça indicações de amigos sobre qual corretor procurar. Um corretor de confiança faz toda diferença na contratação do seu seguro.

Caso detecte a ausência de pagamento, procure a seguradora ou a imobiliária, acione o Procon e a Decon e, se for o caso, a Justiça, para pedir indenização.

Forte abraço!
Equipe Aano Seguros

Seguro residencial: quando é a hora de fazer?

Seguro residencial é bem mais barato do que você imagina. A maioria das pessoas tem a tendência de compará-lo ao seguro do automóvel, e aí imagina que o custo é altíssimo. E não é nada disso, pois os riscos são totalmente diferentes e o seguro residencial tem um custo infinitamente menor que o seguro automóvel.

Para saber quando fazer é necessário estar certo de que este custo adicional caberá em seu orçamento por muitos anos, já que a idéia é se manter seguro também por muito tempo. Tomada essa decisão, procure seu corretor de seguros para receber orientações sobre quais coberturas contratar e que valores determinar para cada uma delas, e então, é só ficar tranquilo que sua casa já estará segurada!

Algumas seguradoras realizam vistoria dependendo dos valores escolhidos e coberturas, como desmoronamento e alagamento, mas não se preocupe, os vistoriadores são devidamente identificados. Em caso de dúvida, ligue para seu corretor para confirmação de dados.

Pesquise, procure seu corretor e faça uma cotação! Você irá se surpreender com o valor e com os benefícios adicionais que este seguro trará para você! As assistências residenciais estão cada vez mais completas e valem muito a pena. Confira!